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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

LegWork na MNR 2012

Postado por: Ricardo Rogério

Bom dia a todos que seguem nosso blog.

Hoje vou mostrar um pouco de como foi a exposição de nosso projeto na MNR 2012 em Fortaleza - CE.

Banner da MNR - Mostra Nacional de Robótica
Aluno Ricardo na entrada do Ginásio Poliesportivo da UNIFOR
Profº Bicudo no estande da LegWork na MNR 2012

Aluno Ricardo no estande da LegWork na MNR 2012

Profº Bicudo explicando sobre LegWork na MNR 2012

Profº Bicudo e alunos de Fortaleza no estande da LegWork na MNR 2012
Aluno Ricardo e outros projetos da MNR 2012

Aluno Ricardo e outros projetos da MNR 2012
                         
Quero agradecer a todos os alunos do grupo LegWork, que se dedicaram incansavelmente nesse projeto, aos professores do CTI por seus conhecimentos passados a nós, e dizer que nosso projeto rompeu barreiras, e em 2012 chegou a  Mostra Nacional de Robótica 2012 (MNR) na cidade de Fortaleza - CE.
Valeu galera, que Deus abençoe a todos e vamos continuar lutando pelos nossos sonhos.


Abraços,

Ricardo.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Projeto Final

Postado por: Nelma.
Data: 28/11/2011.


Olá a vc que nos acompanha. Chegamos na reta final.
Hoje à noite reapresentamos nosso projeto à bancada julgadora, com a demonstração do procedimento do robô em um ângulo de 90º.






















Como já sabem, seria necessário mudar a posição dos sensores na placa aumemtando a distância entte eles para que sua leitura na linha preta também fosse alargada. Porém como tudo foi colado ou encaixado na perfuração da placa acrílica (corpo do robô), seria necessário quebrar esse corpo acrílico e providenciar outro, perfurar em novas medidas, e pra isso, mudar todos componentes de suas atuais posições, enfim, refazer tudo de novo e o tempo escasso não seria possível.
Portanto, apenas mudamos uma das curvas para  90º. A saliência a seguir na linha preta em forma de leve curva, é para que o robô que foi programado para girar sempre à direita quando deparar com o branco, faça a leitura do preto pra girar para esquerda e seguir seu caminho, senão ele não completa a curva 90º.

Abaixo está o vídeo da apresentação final.



A outra proposta é a listagem de melhorias relacionadas ao aperfeiçoamento e aprimoramento para se aplicar ao projeto para fins de pesquisa e aplicação de futuros projetos no CTI. Ela foi gravada em cd e anexada ao complemento da apresentação final. Gostaria muito que este projeto fosse abraçado e levado adiante pelos próximos alunos. Será muito gratificante ver nosso trabalho inicial gerando muitos frutos...


Ficamos atônitos com nossa nota final de projeto: 10!!! para todos do grupo!
Estou surpresa até agora...
Pra ficar na lembrança....



















Dia da Apresentação Final do Projeto. Da esquerda pra direita: Claudete, Everaldo, Ricardo, Daniel Atilio, Everton (Garça), Ana Clara, eu, Bianca e Eliab. Abaixo, Prof. Vitor, Daniel Adonai, Prof. Dalastti e Prof. Bicudo. Deixo aqui meus agradecimento a cada um dos integrantes da equipe, que juntos formamos uma parceria de meses de trabalho, enfrentando dificuldades e alegrias. Ao Daniel Adonai, que voluntariamente nos forneceu ajuda e nos ensinou a compreender e achar soluções área da eletrônica.Construimos outro alicerce fundamental: amizade e companheirismo, que só vem acrescentar valores inerentes em nossa jornada.

Valeu pessoal, e que preservemos o contato, a amizade e ...não vamos esquecer de marcar aquele churrasco!! ^^ hummm...

















Acima, no dia da Reapresentação de Projeto no Laboratório de Informática: Prof. Celso, (sentado), Prof. Vitor (em pé), Everton e ao lado, Prof. Rodrigo (com a mão no queixo).


"E aos demais professores, orientadores de projeto, Claudete e todos que fazem parte do Corpo Docente do Colégio, desde o 1º até o 3º ano. Quero deixar minha imensa gratidão por esses três anos de convivência, aprendizado, amizade.

Pela oportunidade de realizar o Curso Técnico de Informática, ingressar novamente no mercado de trabalho e acreditar que podemos ir muito mais longe, porque todos temos escolhas e a capacidade que Deus nos dá em alcançar nossos objetivos.

E o colégio CTI é construído por cada um de vocês. Por isso ele é a referência aos que almejam uma oportunidade."


Deus abençoe a vida de cada um!


Deixo aqui uma dedicatória:



"LANÇA TEU PÃO SOBRE AS ÁGUAS, PORQUE DEPOIS DE MUITOS DIAS, O ACHARÁS" (Ecle: 11:1)


Abraços,




Nelma.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Semana de Aprimoramento

Postado por: Nelma.



Data: 23 /11/2011.


Olá, td bem?

Nesta semana, dentro da atividade proposta, nosso grupo chegou ao consenso de que não é possível desmontar todo projeto pra modificar a posição dos sensores, então definimos apenas modificar detalhes da pista para o robô fazer o trajeto com um  90º.

























A leitura dos sensores se faz na linha preta e portanto tem que estar dentro do foco de leitura dos sensores.Estamos com as demais matérias do curso concluídas. Esta é nossa última semana de colégio.O dia da Reapresentação é na próxima segunda-feira, dia 28.Semana que vem, publico aqui o resultado.


Deixo aqui algumas fotos do arduino:
































































Até mais!


Nelma.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Curiosidade: Brasileiros propõem novo sensor de velocidade aeronáutico - Bianca 17/11/11

Tubos de Pitot

Após um ano de trabalho, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) concluíram um estudo sobre o funcionamento dos sensores de velocidade aeronáuticos, conhecidos como tubos de Pitot.

O tubo de pitot é um equipamento essencial para a segurança da aviação, sendo o responsável pela detecção de informações sobre a velocidade da aeronave durante um voo.

Agora os pesquisadores estão propondo um projeto que resultará em novas concepções desses sensores de velocidade, visando oferecer opções à indústria interessada em desenvolver sensores a serem usados pelas aeronaves.

O objetivo é construir o protótipo de um sensor de velocidade aeronáutico robusto e com um controle térmico mais eficiente do que os disponíveis hoje no mercado.

Os pesquisadores da Coppe/UFRJ testaram os tubos de Pitot em túneis de vento tradicionais, mas precisam de um túnel de vento capaz de reproduzir as temperaturas durante o voo.[Imagem: Coppe]

Túnel de vento para formação de gelo

Durante o estudo, os pesquisadores Renato Cotta e Átila Silva Freire, avaliaram também as causas do acidente do voo Air France 447, ocorrido em maio de 2009, por meio de testes em túneis de vento e em voo.

Desde 2001, quando a Air France recebeu o primeiro A330 equipado com o Pitot Thales, uma série de falhas devido ao congelamento do sensor de velocidade foram reportadas, incluindo 9 incidentes mais sérios entre 2008 e 2009, sendo que um deles foi fatal, o do voo AF447, ocorrido em maio de 2009, que resultou num total de 228 vítimas.

O estudo objetiva permitir ao Brasil desenvolver sensores resistentes a temperaturas extremas. "A ideia é prover uma infraestrutura que o Brasil não tem, de um túnel de vento para formação de gelo, para que a gente possa estudar situações atmosféricas onde ocorrem formação de gelo em sensores. Hoje, o Brasil não tem uma instalação desse tipo", disse Cotta.

O túnel de vento é um equipamento de laboratório onde se fazem testes de aerodinâmica e se desenvolvem os sensores aeronáuticos. "A gente quer desenvolver o primeiro túnel de vento de formação de gelo no Brasil".

Sensores alternativos

Cotta revelou que, em seguida, a ideia é trabalhar em cima de novas concepções de tubos de Pitot para oferecer alternativas ao mercado. Ele disse que o Airbus que fazia o voo AF 447 tinha três tubos de Pitot idênticos que já haviam falhado anteriormente. A sua substituição foi recomendada 12 meses antes do acidente, destacou.

O pesquisador avalia que os sensores usados nos aviões não devem ser absolutamente idênticos, isto é, baseados no mesmo princípio

Cotta afirmou que, embora não haja ainda uma interpretação definitiva da sequência de eventos que levaram ao acidente com o voo 447, já há uma certeza: "é incontestável a falha dos tubos de Pitot. Os sensores de velocidade forneceram leituras inconsistentes de velocidade devido ao congelamento dos sensores".

Para dar prosseguimento às pesquisas, entretanto, os pesquisadores da Coppe necessitam de investimentos da ordem de R$ 3 milhões, que deverão ser buscados nas agências de fomento.

"Como é um investimento de pesquisa e desenvolvimento, a gente deve buscar o caminho das agências de fomento, até ter a concepção de um sensor de velocidade alternativo e aí, sim, tentar despertar o interesse da iniciava privada para investir na sua industrialização", disse.

Renato Cotta afirmou ainda que uma vez assegurados os recursos necessários ao projeto, a expectativa é poder apresentar a nova concepção alternativa desses sensores de velocidade no prazo de dois anos.


Boa noite, Bianca.


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Curiosidade: Nova geração de memória revela limitações dos softwares - Bianca 10/11/11

Protótipo de sistema de armazenamento de dados, onde se pode ver os módulos Moneta, feitos com memórias de alteração de fase.[Imagem: UC San Diego/Steve Swanson]

SSDs

Pesquisadores da Universidade da Califórnia apresentaram o protótipo de um novo tipo de memória que poderá se tornar a próxima geração dos SSDs.

SSDs (Solid-State Drives) são discos de estado sólido, ou seja, não possuem partes móveis, como os discos rígidos tradicionais.

A nova memória, batizada de Moneta, usa células de memória de alteração de fase, que são milhares de vezes mais rápidas do que os discos rígidos e até sete vezes mais rápidas do que os SSDs atuais.

As memórias de alteração de fase, ou PCM (Phase-Change Memory), armazenam dados na estrutura cristalina de uma liga metálica chamada calcogeneto.

Memória de alteração de fase

Como seu próprio nome indica, um material de alteração de fase alterna entre as fases cristalina e amorfa. Essa alternância é induzida por calor, por sua vez gerado através da aplicação de um pulso elétrico.

Para gravar na memória, é enviado um pulso SET, que coloca o material na sua forma cristalina. Um pulso RESET leva-o de volta para a fase amorfa, apagando o dado.

A leitura é feita fazendo com que uma pequena corrente elétrica atravesse o material, o que permite determinar se ele está em sua fase cristalina ou amorfa.

As memórias PCM são mais rápidas e mais simples de usar do que as memórias flash, a tecnologia que domina o mercado de SSD hoje e equipa os iPads e vários notebooks.

Moneta

A memória Moneta usa os chips PCM de primeira geração da empresa Micron Technology e pode ler grandes conjuntos de dados a uma taxa de 1,1 gigabyte por segundo e gravar dados a até 371 megabytes por segundo.

Para acessar agrupamentos menores (por exemplo, 512 Bytes), a Moneta pode ser lida a 327 megabytes por segundo e escrita a 91 megabytes por segundo.

Isto fica entre duas e sete vezes mais rápido do que um SSD estado-da-arte, baseado em memória flash.

A nova memória também oferece uma menor latência para cada operação, o que deverá reduzir as exigências de energia para aplicações mais intensivas.

Os pesquisadores anunciaram que deverão construir a segunda geração da memória Moneta nos próximos seis a nove meses, e esperam que a tecnologia esteja pronta para o mercado em poucos anos - o que irá depender de avanços na tecnologia de fabricação das memórias de mudança de fase.

A nova memória de alteração de fase supera largamente todas as memórias atuais, mas parece ser demais para os softwares atuais. [Imagem: Moneta Group]

Repensar o armazenamento de dados do futuro

Ao testar esta primeira geração, contudo, já foi possível detectar um outro problema: não basta construir dispositivos de memória mais rápidos; será necessário também atualizar os softwares.

"Os sistemas de armazenamento evoluíram ao longo dos últimos 40 anos para atender aos discos, e os discos são muito, muito lentos," explicou Steven Swanson, coordenador de desenvolvimento da memória Moneta.

"Projetar sistemas de armazenamento que possam tirar proveito total de tecnologias como as memórias de alteração de fase vai exigir que se repense quase todos os aspectos de como o software gerencia e acessa o sistema de armazenamento de dados," prossegue.

"[A nova memória] nos abre uma janela para o futuro dos sistemas de armazenamento, e nos dá a oportunidade de repensar agora a forma como iremos projetar esses sistemas no futuro," conclui Swanson.


Boa noite, Bianca.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Robôs vão jogar futebol com humanos em 2050

03/11/2011
Postado por: Ana Clara

Os participantes na RoboCup na Alemanha acreditam que em 2050 vai ser possível um desafio entre humanos e máquinas. Ainda há muito para afinar, mas já se fizeram muitos progressos.

Na RoboCup, a decorrer esta semana na Alemanha, há robôs de todos os tipos, desde os mais pequenos até gigantes. A sétima edição da prova conta com 850 máquinas, de 350 estudantes universitários de 14 países. Em paralelo, há uma competição entre estudantes do ensino secundário, revela a Associated Press.
A iniciativa é organizada pelo Instituto Fraunhoffer de Intelligent Analysis and Information Systems. Ansgar Bredenfeld, responsável pelo Instituto, revela que os robôs «já abrem portas, reconhecem rostos e podem agarrar objectos (…) o objectivo é competir com humanos, num desafio de futebol,em 2050. Ainda estamos longe, mas temos bastante tempo para aperfeiçoar

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Feira de Ciências

Postado por: Nelma Gatti.
Data: 25/10/2011.



Olá,
Hoje quero falar sobre a Feira de Ciências SEST - SEMAT que ocorreu nesta última sexta-feira, dia 21/10, nos períodos diurno e noturno. Houve vizitação de um grande nº de estudantes que compreendem desde ensino fundamental à nível técnico e superior como demais cidadãos de Bauru e região.






Na divulgação de projetos entre equipes de estudantes de vários cursos técnicos e universitários, o CTI deu sua contribuição com o curso de eletrônica e informática.
O pesssoal de eletrônica deu sua participação com um projeto supervisionado pelos profs. Hamada e Sérgio, entre outros e alunos que se revezaram entre si durante os horários do dia e noite.





Dividimos com eles o mesmo box reservado ao colégio, apresentando nosso projeto do robo arduino. Montamos a pista de forma simples, para que o público presenciasse o projeto mantendo sua atividade contínua.





Em determinado momento a pilha recarregável acabava e era utilizada a força elétrica até haver a nova substituição. Por esse fator o fio precisava ser sempre desenrolado, devido o circuito circular do trajeto do robo.










Nosso grupo Legwork, teve total asssistência e apoio dos profs. Celso, Bicudo e Vitor na organização e fundamental presença durante todo o evento.





Estamos bastante satisfeitos em promover o 1º projétil de robo, representando o CTI neste importante evento, como também divulgando e estimulando a comunidade à importância da formação profissional.

Veja a seguir, uma demonstração com o Dani, um de nossos programadores responsáveis:








Entre outros cursos, os alunos de robótica do SESI também apresentaram um robo segue linha e outro com sensor de obstáculos.







A UNESP participou com alunos de Engenharia Eletrônica e seus robos que jogam futebol.
Pra você que não pode comparecer, haverá outra feira semelhante programada para os dias 1 e 2 de dezembro no colégio Zuianne.
Nos acompanhe e participe da próxima feira. Vale apena não deixar de estar lá!
Logo abaixo, estão mais 2 amostras! É só conferir!










Mecânica SENAI.
















Design UNESP.








Até mais! ^^

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Processo Pista Arduino

Postado por: Nelma Gatti.
Data: 19/10/2011.

Olá, hoje quero aqui relatar a cerca da montagem da pista do robô.
Como postei no blog da semana passada, a pista feita de madeira com 12 cm de espessura, foi montada com 12 quadrados de 20X20 cm, formando uma pista completa de 60 X 80 cm. Tivemos o cuidado de colocar na borda ao redor da pista, uma moldura de madeira parafusada para assegurar a estabilidade nas laterais da mesma (ela toda é desmontável).















Ainda estamos trabalhando na formação do trajeto da linha, para que o robo tenha opções varíáveis de trajeto. Abaixo, uma de nossas eleborações de pista e o robo movido à bateria recarregável.















Confira só, parte do grupo "pensando" durante a aula do prof. Bicudo. ^^
Até o pessoal dos outros projetos, acabaram vindo e parcipando das nossas ideias...
Isto também é CTI!















E o ano tá acabando....Até +!
Abraços.

Postado por: Nelma gatti.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

CIRURGIA ROBÓTICA INFANTIL

13/10/2011
Postado por: Ana Clara

Primeiras cirurgias robóticas em crianças são feitas no Brasil

O paciente --uma criança de seis anos-- está deitado na mesa cirúrgica para ser operado. Enfermeira e auxiliares estão ao redor dele. Mas o cirurgião se afasta.

Assim que os braços do robô são colocados nos três furinhos feitos no abdome do menino (de 5 mm e 8,5 mm), o médico assume seu lugar no console, de onde controla os movimentos do aparelho, batizado de Da Vinci.

Ali, ele vê as imagens do interior do corpo do paciente em 3D, manuseia joysticks e aperta pedais. Para leigos, parece até um videogame.

O menino é uma das primeiras crianças a ser operada via robô no Brasil. Até agora, quatro pacientes, de um a 12 anos, foram submetidos à cirurgia robótica pediátrica. Os casos foram de retirada de tumores, desobstrução entre rim e ureter e refluxo da urina para o rim.

VANTAGENS

A cirurgia robótica em relação à cirurgia aberta proporciona menos dor no pós-operatório, cicatrizes menores e recuperação mais rápida, segundo o urologista Carlo Passerotti, do Instituto da Próstata e Doenças Urinárias do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

É lá que as cirurgias robóticas pediátricas estão sendo feitas, há seis meses. O Da Vinci também está no Albert Einstein e no Sírio-Libanês.
De acordo com ele, a cirurgia robótica é pouco invasiva, da mesma forma como a que é feita por laparoscopia.

Mas, com o robô, é possível fazer movimentos precisos das mãos com a mesma habilidade de uma cirurgia aberta e ver imagens ampliadas do interior do corpo. "Conseguimos dar ponto mais rapidamente e diminuir o tempo da cirurgia e da anestesia", diz Passerotti.
No caso das crianças, o trabalho é mais delicado porque o espaço é menor e a cirurgia não pode ser muito longa, já que ela tem menor reserva respiratória. Isso requer mais treinamento e habilidade.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Projeto avançado.

Postado por: Nelma Gatti.
Data: 12/10/2011.

Olá, você que nos acompanha!
Durante esta semana não haverá aula no CTI: é a semana do Saco Cheio.
Vamos aproveitar para adiantar a conclusão do nosso projeto.
Até aqui, adicionamos dois leds de luz branca ao lado dos sensores de cor, para iluminação do caminho dos mesmos. Assim, não sofrerão interferência de sombreamento causado pela luz ambiente, quando estiver lendo o caminho (detalhes acertado).
Trocamos a roda giratória de equilíbrio (esta, interferia no deslizamento das rodas do arduino), por uma que desliza facilmente, acompanhando a frequência dos motores.
Adquirimos duas baterias recarregáveis de 9 v. e 450 mha. Cada uma delas será utilizada para alimentação de cada motor. Existe uma terceira bateria de 300 mha para alimentar o sistema arduino. Tudo isso, para dispensar o uso de energia elétrica (eliminar os fios). Já foram feitos os testes de peso para carregar estas baterias.
Elaboramos a plataforma da pista onde o robô seguirá a linha. Esta plataforma é feita de madeira MDF, cortada em 12 quadrados de 20 X 20 cm cada e pintada de preto o trajeto do caminho a percorrer. Isto para que seja desmontável e nos dê a posssibilidade de inverter as peças , modificando o trajeto da pista como em um quebra-cabeças.
Nesta semana, acrescentamos a inserção de um botão insert (liga/desliga) no arduino, agindo na interrupção da corrente elétrica.
Veja a imagem anterior do robô e abaixo a atual.


















Observe dois leds brancos acrescentados ao lado dos sensores de luz, para iluminação durante o trajeto. A nova roda trazeira e o corpo acrílico para suporte dos elementos que compõem o arduino.

Abraços.. e até +

Postado por: Nelma Gatti.
Data: 12/10/2011.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

AR.Drone - O robô voador com Linux embarcado - Bianca 06/10/2011

Os primeiros voôs com o AR.Drone que utiliza o Linux openSUSE para controle e trabalha com visão computacional (URBI – Robótica Livre) foram concluídos com sucesso. O AR.Drone atinge uma velocidade de 18 km/h, tem uma autonomia de vôo de 12 minutos, hélices de alta eficiência, Bateria de lítio polímero (3 células, 11,1 V, 1000 mA/h), o tempo de carregamento da bateria é de 90 minutos, a frequência do vídeo atinge 60 FPS, permite a estabilização, mesmo com uma leve brisa e travamento automático das hélices em caso de contato.
Segue vídeos abaixo:















Boa noite, Bianca

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Eletrônica no CTI

Postado por: Nelma Gatti.
Data: 27/09/2011.

Hoje quero trazer pra você um trabalho do 3º ano de eletrônica do CTI, da sala do noturno.
Esse grupo desenvolveu um projeto integrante de um processo de linha de montagem generalizada de uma indústria.
Esta estação em questão consiste numa etapa de 'armazenagem', onde após ter-se concluído todo o processo de seleção de peça e sua posterior lipidação, essa seleciona a posição e o andar do
posicionamento de cada peça segundo a sua cor e ordem de chegada no armazém.

O trabalho executado, teve implementações por 'software' para que o processo possa ser inicado de forma manual ou automática, a partir da presença de peça no 'slot' de chegada. Essa determinação no modo de acionamento deve-se ao posicionamento de uma chave que assim o especifica ao controlador. Quando maunal vê-se necessário, além da presença de peça, a ativação do botão start. No automático basta haver presença de peça.

A partir da inicialização o programa comporta sistema de segurança com o pressionar do botão 'stop'. Neste ponto, ao ser chamada a função stop faz com que a peça (independente de sua cor) seja rejeitada numa posição especificada de descarte; havendo sido concluído o rejeito, o sinal luminoso correspondente pára e a garra volta a posição de pegar peça.
A capacida do armazén limita-se em seis peças vermelhas, prata e preta, ao perceber-se que a próxima peça de chegada consiste na numeração excedente, no painel é indicado qual andar deve ser esvaziado, uma vez que: três piscadas seguida de uma breve pausa significa ao operador que o 3º andar (concernente as peças vermelhas) deve ser esvaziado, duas piscadas e uma pausa corresponde ao segundo andar (o das peças pratas), e um pisca assíncrono (onde o tempo de pausa é um pouco maior que o de luz) representa o andar das peças pretas, o primeiro. A estação somente voltará ao seu estado padrão de atuação quando o usuário, ao terminar a liberação da fileira horizontal excedida, pressionar institivamente e por dois segundos os botões start e reset, se o tempo for inferior ou um dos botões não estiverem apertados juntos. A estação ainda fica em estado de alerta aguardando seu desarme correto.

Você poderá conferir no vídeo toda esta explanação. Muito bom! :)

Nesta foto, estão presentes os 3 integrantes do grupo ao redor do prof. Gutierres (eletrônica industrial), que os acessorou no projeto.
Estão da esquerda pra direita: Mateus Alves, o prof., Ricardo Fabi e Sarah Gatti.
















A seguir, confira o vídeo da estação!



Até +!

Nelma Gatti. 27/09/2011.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Brasil conquista campeonato de robótica nos EUA - 29/09/2011

29/09/2011
Postado por: Ana CLara

Olá pessoal, Boa Noite segue abaixo uma importante conquista do Brasil, nos Estados Unidos, num campeonato de Robótica.


O campeonato mais importante de robótica do mundo, o FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology), teve como vencedora a equipe do Colégio Província de São Pedro, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

As disputas aconteceram nos dias 1º, 2 e 3 de abril na cidade de Hartford, no estado de Connecticut. O time Brazilian Buddy XI se destacou pela eficiência com a qual realizou as tarefas, onde o robô precisava dominar bolas de futebol, chutá-las na direção das goleiras, atravessar obstáculos similares a quebra-molas e ainda pendurar-se em uma torre de ferro ao final da partida.

A equipe encerrou o campeonato como recordistas nessa pontuação, dos chamados Hanging Points. O #383 Team, também levou o prêmio técnico mais importante da competição, o Industrial Design sponsored by General Motors. A locução oficial do evento anunciou com entusiasmo o desempenho do robô brasileiro: "poderíamos esperar que os brasileiros fossem bons com bolas de futebol, mas tanto assim está surpreendendo a todos nós".

Os gaúchos já haviam conquistado no final de semana passado o vice-campeonato na Regional de Boston. O #383 Team faturou também o prêmio Entrepreneurship Award Sponsored by Kleiner Perkins Caufield and Byers que celebra o espírito empreendedor com que a equipe se distingue de todas as outras, supera seus desafios e mostra resultados sempre positivos em sua história na competição.

Att, Ana Clara

USP terá primeiro centro de robótica do Brasil

19/09/2011
Postado por: Ana Clara

Olá pessoal, segue abaixo uma notícia na qual mostra que a USP terá seu prmeiro centro de Robótica com o objetivo de atrair bolsas de estudos e equipamentos. Na qual será inaugurado em 2013.

Uma boa notícia aos amantes de tecnologia que acreditam que o Brasil deva investir (muito) mais no setor: o campus de São Carlos da USP anunciou que irá criar o primeiro centro de robótica do país. A inauguração do centro está prevista para 2013, quando terá sido construído como sede um prédio de 3 mil metros quadrados, reunindo profissionais e estudantes da Escola de EngenApharia de São Carlos (EESC) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC). O objetivo deste núcleo será desenvolver projetos que posteriormente possam ser usados pela sociedade, de acordo com o coordenador Marco Henrique Terra.

Entre alguns dos projetos do futuro centre que o coordenador cita estão:

Soluções para reabilitação de membros superiores e inferiores em pessoas com deficiência
Tecnologia para agricultura de precisão
Tecnologia para o pré-sal

Após a inauguração deste núcleo, prevê-se que o número de projetos aumentem consideravelmente, levando a uma maior interação com a indústria e maior eficiência na utilização de recursos. Há boas oportunidades, por exemplo, para desenvolvimento de projetos em robótica médica.

Enquanto o prédio do centro não fica pronto, novos projetos serão preparados para que se possa adquirir bolsas de estudos e novos equipamentos.

O anúncio da USP – São Carlos é animador. O Brasil perdeu há muito tempo a chance de se tornar um país importante no desenvolvimento de hardware e software (ao contrário da Índia, que possui um verdadeiro exército de programadores influentes no mundo inteiro). Iniciativas como essa – se forem consistentes e ampliadas – podem fazer nosso país correr atrás do bonde da história. Será que ainda dá tempo? Torcemos para que dê!

Attt, Ana Clara

Curiosidade - Criador do Java desenvolverá robôs submarinos de profundidade - Bianca 29/09/2011

James Gosling, o criador do Java, foi contratado pela Liquid Robotics, uma desenvolvedora de equipamentos robóticos submarinos. Segundo informações do site americano Ventura Beat, o mundialmente conhecido "homem por trás da linguagem de programação Java", criada em 1994, será o chefe de arquitetura de software da empresa.

O desenvolvedor do Java passou por diversas companhias, entre elas a Sun, onde esteve de 1984 até 2010. Em março desse ano, Gosling juntou-se ao time da Google, de onde saiu para aceitar a oferta de emprego de Bill Vass, diretor-executivo da Liquid Robotics, empresa que projeta veículos marítimos totalmente autômatos capazes de submergir até profundas localidades.

James Gosling criou a linguagem de programação Java em 1994, começou no Google no início de 2011, e agora será chefe de arquitetura de software na Liquid Robotics.


COMENTÁRIO: Achei muito interessante esta reportagem, pois engloba tanto robótica que é o tema do nosso projeto, quanto informática (Linguagem de programação JAVA) que faz parte do nosso curso. Diz nela que o criador do JAVA, James Gosling irá projetar robôs submarinos de profundidade. Assim que tiver novas informações, posto aqui. Espero que gostem e acompanhe!

Att, Bianca.



Pele eletrônica flexível monitora saúde - Bianca 15/09/2011

Eletrônica epidérmica

Ela é fina, flexível e pode ser aplicada à pele como se fosse um adesivo.

Assim é a nova pele eletrônica criada pela equipe do Dr. John Rogers, um pioneiro no campo da eletrônica flexível.

O nome técnico da pele eletrônica é sistema eletrônico epidérmico.

O circuito eletrônico, aplicado sobre a pele, monitora o ritmo cardíaco e outros sinais vitais, sem a necessidade dos eletrodos e dos pesados aparelhos usados hoje pelos pacientes.

As possibilidades de aplicação, contudo, vão além: a pele eletrônica pode ser usada como um curativo eletrônico para acelerar a cicatrização e para o tratamento de problemas de pele, além de servir como pele artificial para robôs e para próteses biônicas, como pernas e braços artificiais.

Além do diagnóstico médico, os circuitos eletrônicos incorporados na pele eletrônica podem ser usados para sensoriamento, comunicações e até interfaces homem-máquina, o que amplia suas possibilidades de uso.

Circuitos flexíveis

Os pesquisadores demonstraram uma infinidade de circuitos eletrônicos funcionais, incluindo sensores, LEDs, transistores, capacitores de radiofrequência, antenas, bobinas condutoras e até células solares.

Os circuitos são montados sobre uma fina camada de plástico solúvel em água, que é aplicado à pele como se fosse um adesivo. Como o plástico é transparente, apenas o circuito fica visível.

Quando aplicada sobre a pele humana, a pele eletrônica dispensa até mesmo os adesivos, grudando por atração, graças às forças de van der Waals. Ainda assim, ela se adapta completamente à pele, não se mexendo durante o uso normal - como se fosse uma tatuagem temporária.

Os testes mostraram que a pele eletrônica funciona por até 24 horas sem causar qualquer irritação. Os voluntários usaram os dispositivos nos braços, pescoço, testa, bochecha e queixo, todas áreas que exigiram bastante da flexibilidade do material.

As medições da atividade elétrica produzida pelos músculos e pelo coração foram as mesmas obtidas com os aparelhos médicos atuais - os voluntários usaram esses aparelhos e a pele eletrônica simultaneamente.

[Imagem: John A.Rogers]

Os circuitos são montados sobre uma fina camada de plástico solúvel em água, que é aplicado à pele como se fosse um adesivo. Como o plástico é transparente, apenas o circuito fica visível.

Fronteira entre eletrônica e biologia

A camada ativa da pele artificial - a parte eletrônica propriamente dita - é mais fina do que um fio de cabelo humano, contendo todos os componentes eletrônicos, metálicos e bateria, o que permitiu a construção de sensores, fontes de alimentação e LEDs.

"Nós estamos borrando a fronteira entre eletrônica e biologia. Todos os eletrônicos atuais são duros e rígidos. A biologia é macia, elástica. São dois mundos muito diferentes. Nossa pele eletrônica pode de fato integrar esses dois mundos," diz Yonggang Huang, principal autor da pesquisa.

O próximo passo, no qual os pesquisadores já estão trabalhando, será integrar os diversos circuitos para que eles funcionem como um sistema, em vez de aparelhos isolados, e adicionar a capacidade de comunicação wi-fi para facilitar o controle dos aparelhos e a recepção dos dados coletados.

Boa noite, Bianca.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Inventor cria robô que substitui o dono no escritório

08/09/2011
Postado por: Ana Clara

Olá pessoal, segue abaixo uma novidade e um grande avanço da robótica, onde foi criado o
robô QB é uma espécie de teleconferência móvel, que permite que seu dono se sinta presente nos lugares para onde não teve condições de viajar.


O QB não fecha negócios sozinho, mas serve como dispositivo móvel de teleconferências. Por ele, o usuário pode ouvir e ser ouvido, andar e ver o ambiente onde o robô está. Tudo isso pode ser feito através do acesso remoto de qualquer computador. Basta ter os plug-ins instalados e acesso à internet.

Apesar de ter uma “cabeça”, o QB não se parece muito com um humano. Composto por duas rodas, um eixo central balanceado, o robô não tem braços – deficiência que Trevor Blackwell pretende sanar no futuro.

Ainda que pareça simples, ele possui um sistema de áudio e vídeo bastante preciso, com um microfone, uma câmera de 5 megapixels e uma tela do tamanho de um aparelho de GPS no “lugar dos olhos”.

A ideia de criar um robô substituto veio quando Blackwell não pôde comparecer a uma reunião importante com um cliente por estar preso em um aeroporto no Canadá, por causa de um passaporte vencido.

Amante de robôs desde pequeno, o empresário e inventor não perdeu tempo e desenvolveu o QB na Anybots. As unidades do aparelho começaram a ser produzidas em abril deste ano e o preço de um QB padrão gira em torno de 15.000 dólares.


Bom pessoal por hoje é só até mais com maiores curiosidade e informações do GrupoLegWork,

att Ana Clara

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Microrrobô bioinspirado flutua para monitorar água - Bianca - 09/09/2011

O objetivo é desenvolver microrrobôs para monitoramento de grandes reservatórios de água.


Robô flutuante

Andar sobre as águas pode ser o sonho de muitos humanos, mas este é exatamente o modo de vida de alguns insetos aquáticos.

Como são muito leves, eles exploram a tensão superficial da água para obter um apoio que os permite mover-se com grande rapidez e eficiência.

A "leveza" desses insetos já inspirou pesquisadores a criar robos que andam sobre a água, e também alguns que andam sobre a água e a terra.

Xinbin Zhang e seus colegas do Instituto de Tecnologia Harbin, na China, além de atualizarem tecnologicamente o conceito, adotaram algumas soluções ligeiramente diferentes, de forma a ganhar em robustez.


Modelo numérico

O novo microrrobô flutuante possui dez pernas super-hidrofóbicas, para sua sustentação, e duas pernas de impulso, acionadas por dois micromotores de corrente contínua.


O uso de apenas duas das pernas para movimentar o robô simplificou o projeto e tornou o robô flutuante mais leve. [Imagem: Zhang et al/ACS]

Além de sua alta velocidade, a variação no funcionamento de um dos motores dá ao robô uma grande capacidade de movimento, com curvas bastante suaves.

Os cientistas criaram um modelo numérico que descreve a interface entre as pernas parcialmente submersas e a interface ar-água.

O modelo permitiu aprimorar o mecanismo tanto das pernas de sustentação quanto da força exercida pelas pernas atuadoras.


Monitoramento de águas

O objetivo é desenvolver microrrobôs para monitoramento de grandes reservatórios de água.

Em vez de sensores fixos, os pequenos robôs poderão coletar dados de áreas maiores, além de dados adicionais sobre ventos e correntes.

Os pesquisadores afirmam que, com a miniaturização crescente, logo será possível incorporar microcâmeras a esses robôs, que usarão o mesmo sistema de comunicação e transmissão de dados que as redes de sensores remotos.


Boa noite a todos, Bianca.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Robô com espressões faciais muito próximas do real

Boa noite pessoal !

Durante uma pesquisa sobre robótica que eu realizava no Youtube, encontrei um vídeo muito interessante de uma robô com expressões faciais muito próximas do real.
Resolvi compartilhar essa curiosidade com todos, espero que gostem!



Att, Bianca!

Robô esférico navega dentro de reator nuclear - Bianca 25/08/2011

Engenheiros do MIT projetaram um robô capaz de navegar pelos "intestinos" de um reator nuclear, monitorando seu funcionamento e detectando qualquer ameaça de vazamento radioativo.

O robô esférico equipado com uma câmera poderá navegar dentro da tubulação de um reator nuclear, usando um sistema de propulsão baseado em uma rede interna de válvulas e bombas.

Corrosão em dutos e canos

Um reator nuclear para geração de eletricidade é tipicamente uma máquina a vapor, onde o vapor, produzido pelo calor liberado pela fissão nuclear, é usado para movimentar um gerador elétrico.

Isso significa uma enorme quilometragem de tubos e canos, muitos deles subterrâneos ou embutidos dentro das estruturas de concreto.

E tubos metálicos em contato constante com água, sujeitos a altas pressões, ao calor constante e, eventualmente, a produtos agressivos, representam um prato cheio para a corrosão.

Hoje, os técnicos usam métodos indiretos para monitorar a corrosão: um gradiente de tensão é capaz de determinar qualquer sinal de corrosão ao longo de um tubo. Quando esse sinal é detectado, ondas ultra-sônicas são usadas para medir o tamanho da ameaça.

Robô esférico

Harry Asada e seus colegas acreditam ter uma ideia melhor: usar pequenas esferas robóticas, capazes de navegar e monitorar continuamente os dutos de dentro para fora.

Esses robôs esféricos, pouco maiores do que uma bola de tênis de mesa, serão equipados com câmeras, transmitindo imagens em tempo real, viabilizando um monitoramento visual contínuo.

À primeira vista, o robô esférico se parece mais com uma bola de canhão, sem qualquer mecanismo externo aparente. Segundo Asada, os sistemas de propulsão normalmente usados em veículos autônomos subaquáticos poderiam apenas piorar a situação, criando o risco de que o robô ficasse preso dentro das tubulações.

"Você teria que desligar a usina apenas para retirar o robô", disse ele. "Então nós fizemos nosso projeto absolutamente à prova de falhas."

Propulsão líquida

O objetivo é usar ao máximo o próprio fluxo de água e vapor dentro das tubulações.

Mas o robô não é totalmente passivo: os cientistas criaram uma rede de tubulações dentro do corpo do robô, por onde microbombas podem criar um fluxo de água direcional, que funciona como sistema de propulsão.

Uma válvula especial permite mudar a direção de um fluxo - de água ou de vapor - com uma pequena alteração na pressão. Esse fluxo é redirecionado de forma bastante precisa por uma rede de válvulas em formato de Y, construída dentro do corpo do robô por uma técnica de impressão 3D.

Dependendo da direção que o robô deve nadar, os pesquisadores podem fechar vários canais para disparar a água através de uma válvula específica. Essa água, saindo em alta pressão, movimenta o robô na direção oposta.

O grupo agora está trabalhando no sistema de transmissão sem fios das imagens captadas pela câmera do robô, usando uma óptica a laser, capaz de transmitir dados a uma distância de até 100 metros.


Boa noite, Bianca.